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Decepção Lusa!

219 quilómetros entre  Tirano e Canazei ao 17º dia de Giro d’Italia. Esta jornada seria a com menor dificuldade até ao final da prova pelo que, um dia para a fuga se adivinhava desde o quilómetro 0 da jornada.

O pelotão descansou para enfrentar a recta final da prova.

E assim foi… uma fuga super numerosa de formou. Valerio Agnoli (Bahrain – Merida), Ben Gastauer e Quentin Jaurégui (Ag2r La Mondiale), Jesper Hansen (Astana), Enrico Barbin e Lorenzo Rota (Bardiani), Tejay van Garderen, Manuel Senni e Francisco Ventoso (BMC Racing), Jan Barta e Jose Mendes (Bora-hansgrohe), Felix Grosschartner, Lukasz Owsian, Branislau Samoilau e Michal Schelgel (CCC), Michael Woods e Pierre Rolland (Cannondale -Drapac), Jérémy Roy (FDJ), Maxime Monfort (Lotto Soudal), Gorka Izagirre e Rory Sutherland (Movistar), Christopher Juul-Jensen (Orica – Scott), Laurens De Plus e Dries Devenyns (Quick Step – Floors), Natnael Berhane, Omar Fraile, Jacques Janse Van Rensburg, Kristian Sbaragli e Daniel Teklehaimanot (Dimension Data), Martijn Keizer (LottoNL – Jumbo), Salvatore Puccio (Team Sky), Simon Geschke (Team Sunweb), Peter Stetina e Julien Bernard (Trek-Segafredo), Rui Costa, Valerio Conti e Jan Polanc (UAE Team Emirates), Julen Amezqueta, Matteo Busato e Ilya Koshevoy (Wilier – Selle Italia) e Sergey Firsanov (Gazprom-Rusvelo) compuseram-na, mas como é lógica, o número de homens foi diminuindo com o decorrer da jornada.

Parte da fuga do dia de hoje.

Com o pelotão a permitir o seu sucesso, a fuga viu Polanc ser líder virtual da prova. Tal não sucedeu no final, mas o eslovaco ascendeu a 10º na classificação geral. No entanto, o foco da Emirates estava em Rui Costa. A equipa trabalhou tacticamente a 100% para ele no dia de hoje. Pierre Rolland atacou e Rui Costa ficou à espera. Falta de força não foi, como se viu no sprint final, mas Rui Costa não respondeu, não atacou, não puxou. Há um momento, já nos últimos 5 km, em que se chega à frente e logo olha para trás à espera que alguém vá fazer o seu trabalho
O grupo não chegou a Rolland, Rolland venceu. Rui Costa não perdeu por falta de capacidade nem de ajuda dos colegas, perdeu por falta de atitude, ou pela habitual atitude. – O Ciclismo 24 por 24 subscreve estas palavras do Carro Vassoura. Hoje não existem desculpas para o 2º lugar. Entenda-se, em etapas como a 11 ou a 9, o português foi aqui defendido por nós, pois assim se justificava. Hoje não.

Rolland volta a vencer numa grande volta 5 anos depois.

Tom Dumoulin (Team SunWeb) segue de cor-de-rosa. Rui encontra-se no 22º lugar, José Mendes no 53º e José Gonçalves (Katusha – Alpecin) no 65º.

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