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Está cumprido o 1º Monumento da temporada! Como era de esperar, não faltou espectáculo, emoção e surpresas. A maior surpresa vai, desde logo, para Arnaud Démare (FDJ) que contrariou as probabilidades e venceu a prova, terminando um jejum de 19 sem vencer um Monumento por parte da França.

A corrida começou a decidir-se antes da entrada na Cipressa através das quedas. A ansiedade e o número excessivo de corredores fazem com que sejam inevitáveis e, desta vez, Michael Matthews (Orica – GreenEdge) e Geraint Thomas (Team Sky) foram as principais vítimas do dia. Peter Sagan (Tinkoff) e Fabian Cancellara (Trek Segafredo) não foram ao chão mas ficaram fora da disputa final, fruto da queda de Fernando Gaviria (Etixx – Quick Step), já no quilómetro final.

No Poggio apareceram os habituais ataques. Os mais relevantes aconteceram por intermédio de Tony Gallopin (Lotto – Soudal) e Michal Kwiatkowski (Team Sky) mas nada impediu que fossem alcançados pelo pelotão e que a vitória fosse decidida ao sprint.
Démare sprintou de forma impressionante e a sua vitória é totalmente justa, no entanto, beneficiou da queda de Fernando Gaviria (Etixx – QuickStep), nos últimos metros, que tirou a ele próprio a grande possibilidade de vencer. Grande azar para o prodígio colombiano.

Gallopin tentou a sua sorte.

Acabou por ser uma grande surpresa a vitória do francês (não nos vamos pronunciar sobre supostas ajudas ao ciclista após a queda na Cipressa) mas não se pode dizer que já não estávamos avisados, a sua prestação no Paris – Nice deixou boas indicações. O pódio ficou completo com Ben Swift (Team Sky) e Jurgen Roelandts (Lotto – Soudal), respectivamente. Alexander Kristoff (Team Katusha) acabou por ser a maior desilusão.

O francês quebrou um jejum de 19 anos.
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Aprendeu a ver, comentar e redigir ciclismo junto do seu amigo Paulo Martins. Sempre à procura de mais e melhor, Diogo Santos é o director do Ciclismo 24 por 24 desde Fevereiro de 2015. Para ele, não existem inimigos nem rivais na modalidade, pois o ciclismo permite diversas perspectivas e oferta. Diogo Santos é uma das vozes mais activas contra o "Acordo" Ortográfico.

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