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O último monumento do ano começou da forma tradicional, com corredores a lançarem-se na frente. Davide Ballerini (Androni – Sidermec – Bottecchia), Jacques Janse van Rensburg (Dimension Data), Lorenzo Rota (Bardiani – CSF), Lennard Hofstede (Team Sunweb), Mathias Le Turnier (Cofidis) e Pierpaolo de Negri (Nippo – Vini Fantini) formaram a fuga do dia, conseguindo uma vantagem a rondar os 10 minutos.

A fuga do dia.

Com o trabalho de várias equipas, com destaque para a Bahrain – Merida, a cerca de 70 quilómetros para a meta a fuga dispunha apenas de um minuto de vantagem. Nessa altura, Primoz Roglic (Lotto – NL Jumbo) acelerou e levou consigo Laurens De Plus (Quick – Step Floors) e Mikael Cherel (AG2R), tendo estes rapidamente alcançado os únicos sobreviventes da fuga, Ballerini e Turnier. Logo de seguida, Cherel conseguiu distanciar-se dos demais e na descida, De Plus ao tentava chegar ao francês quando teve uma queda aparatosa que o tirou da corrida. No final dessa descida, Philippe Gilbert (Quick – Step Floors), Alessandro De Marchi (BMC) e Pello Bilbao (Astana) atacaram e formaram um quarteto com Cherel, a cerca de 25km da meta.

De Marchi impôs o ritmo no quarteto que escapou ao pelotão.

Em Civiglio, a FDJ começou a apertar o ritmo e conseguiu anular todos os fugitivos. Gianni Moscon (Team Sky) atacou, mas quem se destacou foi Thibaut Pinot (FDJ), que apenas foi acompanhado por Vincenzo Nibali (Bahrain Merida). O italiano lançou-se na descida e o francês da FDJ nunca mais lhe pôs os olhos em cima.

Nibali em modo contra-relógio rumo à vitória.

Alaphilippe saiu do grupo perseguidor na última subida e conseguiu apanhar Pinot e ultrapassá-lo na descida. Moscon foi o mais veloz do quinteto (ainda que de forma polémica) que disputou o 3º lugar. A Clássica das Folhas Caídas ficou para o Tubarão, que venceu de forma semelhante a 2015, nesta que foi a sua 50ª vitória na carreira.

50ª vitória de Nibali na carreira.

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