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A 1ª edição da Volta a Turquia como corrida do WorldTour resumiu-se a três nomes: Diego Ulissi (UAE Emirates) que foi o vencedor da classificação geral; Sam Bennet (Bora-Hansgrohe) que dominou os sprints; e Edward Theuns (Trek – Segafredo) que tanto “bateu na trave”, que acabou mesmo por conseguir a vitória.

Turquia foi visitada pelo pelotão, inclusive o seu circuito, “Istanbul Park”.

As três primeiras etapas desta corrida foram dominadas pela Bora – Hansgrohe e pelo seu sprinter, Sam Bennet, que não deu quaisquer hipóteses aos adversários. Nestas discussões, destaque também para Theuns, que foi quem mais se conseguiu aproximar do irlandês, tendo feito um 3º e dois 2º lugares.

Bennet venceu a 1ª etapa, a 1ª de 3 onde Theuns “bateria na trave”.

Na etapa rainha da prova, na chegada a Selcuk, Ulissi confirmou o seu favoritismo e conseguiu bater toda a concorrência. Jesper Hansen (Astana), que chegou a 5 segundos do italiano. O líder da UAE foi dos primeiros a atacar e conseguiu reduzir em muito o pelotão, mas o ataque decisivo foi desferido a 250 metros do final, que lhe deu a vitória e a camisola de líder da prova, que não mais largou.

Ulissi venceu de forma isolada.

Na 5ª etapa, numa tirada curta e explosiva, Bennet foi novamente dominador, tendo conseguido ultrapassar as dificuldades do dia e batendo o reduzido pelotão no final. Na última etapa desta corrida, chegou finalmente o dia de Theuns, que conseguiu ser o mais forte ao sprint. A etapa ficou marcada pela queda de Sam Bennet perto do final.

Theuns venceu na chegada a Istambul.

Diego Ulissi venceu a prova, com Jesper Hansen em 2º e Fausto Masnada (Androni) a completar o pódio. Rafael Reis (Caja – Rural), foi o único português em prova e terminou em 50º lugar.

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Aprendeu a ver, comentar e redigir ciclismo junto do seu amigo Paulo Martins. Sempre à procura de mais e melhor, Diogo Santos é o director do Ciclismo 24 por 24 desde Fevereiro de 2015. Para ele, não existem inimigos nem rivais na modalidade, pois o ciclismo permite diversas perspectivas e oferta.

Diogo Santos é uma das vozes mais activas contra o “Acordo” Ortográfico.

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