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Realizou-se na Austrália, debaixo de um calor extremo, a primeira clássica World Tour do calendário velocipédico de 2018 e, à quarta edição, tivemos o quarto vencedor diferente.

Os corajosos do dia foram Pavel Kochetkov (Katusha), Robert de Greef (Roompot – Nederlandse Loterij), Lasse Norman Hansen (Aqua Blue Sport), Alexander Porter e Sam Welsford (Austrália), que se lançaram para a frente da corrida e enfrentaram esse esforço com uma temperatura a bater os 40º Celsius. A frente da corrida conseguiu chegar aos 6 minutos de vantagem.

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A fuga do dia.

A prova tomou outra face quando a Mitchelton – Scott tomou as rédeas do pelotão. As passagens pela principal dificuldade do percurso, a subida de Challambra, foram pesando aos homens da frente, e à segunda passagem só restavam Hansen e Kochetkov que só dispunham de 4 minutos de vantagem. Estes acabaram por ser apanhados a 15 km da meta e a corrida ia-se decidir na última volta.

Na última passagem por Challambra, quem pegou na corrida foi a LottoNL – Jumbo, impondo um ritmo forte que provocou cortes e deixou a frente da corrida reduzida a 9 corredores. Foram muitos os ataques na descida, e a 2000 metros da meta foi a vez de Estéban Chaves (Mitchelton – Scott) a tentar a sorte. Este ataque ficou curto e a vitória foi discutida ao sprint, com Jay McCarthy (Bora – Hansgrohe) a ser o mais forte, batendo Elia Viviani (QuickStep – Floors) por muito pouco, Daryl Impey (Mitchelton-Scott) fechou o pódio.

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Jay McCarthy foi o mais rápido.

Os três portugueses em prova mostraram-se em bom plano, com José Gonçalves (Katusha) e Ruben Guerreiro (Trek – Segafredo) a chegarem no grupo do vencedor 17º e 20º, respectivamente. Tiago Machado (Katusha) fechou na 33ª posição, a 1:22’ do vencedor.

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