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A Corrida dos Dois Mares deste ano teve um pouco de tudo. Espectáculo, indecisão, polémica e, de certa forma, vingança. No fim ganhou Michal Kwiatkowski (Team Sky) que, de vez em quando, ganhas umas corridas.

Itália viu o Rei dos sprints dos últimos anos voltar às vitórias, com Marcel Kittel (Katusha – Alpecin) a somar por vitórias as duas disputas ao sprint do Tirreno, na 2ª e na 6ª etapa. Foram as primeiras conquistas ao serviço da equipa de José Azevedo.

Alemão voltou ás vitórias.

Houve duas etapas de contra-relógio, a abrir e a fechar a competição, e a BMC levou as duas. Primeiro no esforço por equipas e com Rohan Dennis a voltar a ganhar a etapa final, tal como no ano passado.

Nas três etapas de montanha, tivemos o mais importante: espetáculo. Primoz Roglic (LottoNL-Jumbo) escolheu o timing exacto de ataque e antecipou-se a toda a gente, conquistando a terceira etapa, três segundos à frente de Adam Yates, que viria a ganhar a 5ª etapa.

Arma de Roglic foi o timing.

Na etapa rainha, esperava-se uma Sky muito forte e isso viu-se com o controlo britânico ao longo da jornada. Mas no final Chris Froome não aguentou o ritmo e Geraint Thomas, o então líder, teve um problema mecânico e ficou para trás. Para fechar este dia péssimo da equipa britânica, Mikel Landa, agora na Movistar, venceu a etapa e, de certa forma, vingou-se da sua antiga equipa.

Michal Kwiatkowski (Team Sky) vinha como a terceira opção da equipa e não ganhou nenhuma etapa, mas esteve sempre perto dos primeiros lugares e isso valeu-lhe a vitória nesta edição do Tirreno-Adriatico, depois de já ter vencido a Volta Algarve deste ano.

Primeiro polaco a vencer esta prova.

Os portugueses José Gonçalves (Katusha) e Nelson Oliveira (Movistar) tiveram prestações discretas com muito trabalho em prol dos seus líderes, acabando em 28º e 51º, respectivamente.

A classificação final da prova ficou assim disposta:

 

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