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A 57ª edição da De Brabantse Pijl – La Flèche Brabançonne começou com Jacques Van Rensburg (Dimension Data), Adam Blythe (Aqua Blue Sport), Lorenzo Rota (Bardiani CSF), Zak Dempster (Israel Cycling Academy), Christophe Prémont (Vérandas Willems-Crelan) e Christophe Masson (WB Veranclassic Aqua Protect) a lançarem-se para a frente da corrida.

A fuga do dia.

Logo na primeira dificuldade, Prémont ficou para trás, enquanto o grupo conseguiu ter uma vantagem superior a seis minutos para o pelotão. A partir daí, a Quick Step – Floors e a Team SunWeb começaram a tomar conta do pelotão e a diferença foi diminuindo. Com 90km para o fim, a fuga já tinha perdido Dempster e tinha apenas 2:42 de vantagem. À entrada do circuito final, os fugitivos estavam apenas uns meros segundos à frente do pelotão.

Sonny Colbrelli (Bahrain-Merida) atacou e levou consigo uma dúzia de corredores, que chegaram aos fugitivos à entrada da penúltima volta. Com muitos ataques nas subidas em pavé, o grupo reduziu-se a apenas 8 desses, sairia muito possivelmente a vitória.

O ataque de Sonny Colbrelli.

Driyes Devenyns (QuickStep-Floors) lançou Petr Vakoc, mas o vencedor de 2016 trazia Colbrelli na sua roda e foi o italiano a conseguir a vitória, relegando o checo para o segundo lugar. Tiesj Benoot (Lotto – Soudal) fechou o pódio da prova.

O italiano bateu toda a concorrência.
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Aprendeu a ver, comentar e redigir ciclismo junto do seu amigo Paulo Martins. Sempre à procura de mais e melhor, Diogo Santos é o director do Ciclismo 24 por 24 desde Fevereiro de 2015. Para ele, não existem inimigos nem rivais na modalidade, pois o ciclismo permite diversas perspectivas e oferta. Diogo Santos é uma das vozes mais activas contra o "Acordo" Ortográfico.

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