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O calor do Qatar e de Doha marcaram a prova de fundo dos Campeonatos do Mundo.

A selecção alemã foi uma das visadas, onde nem Marcel Kittel resistiu às condições climatéricas extremas. O colombiano Fernando Gaviria foi apenas um na extensa lista de desistências. Finalizaram somente 53 ciclistas, nenhum deles português.

Com o pelotão que ao longo do tempo foi ficando reduzido, a Itália e a Bélgica dividiram as despesas de trabalho.

Daniel Benati (Itália) foi dos que mais trabalhou na frente do pelotão.

No tão aguardado sprint, Peter Sagan (Eslováquia) foi o mais forte, vencendo pelo segundo ano consecutivo o Campeonato do Mundo. O eslovaco repete assim o feito de Paolo Bettini (que conquistou o ouro em 2006 e 2007). O pódio foi composto apenas por Campeões do Mundo. Mark Cavendish (Grã-Bretanha) e Tom Boonen (Bélgica) foram 2º e 3º, respectivamente.

Peter Sagan torna-se bi-campeão Mundial!

No escalão sub-23, Kristoffer Halvorsen (Noruega) subiu ao lugar mais alto do pódio. Pascal Ackermann (Alemanha) e Jakub Mareczko (Itália) ocuparam os restantes lugares do pódio, respectivamente. César Martingil finalizou a prova em 21º, Ivo Oliveira em 27º, Nuno Bico em 133º. Em júniores, Jakob Egholm (Dinamarca) venceu isolado. João Almeida e Daniel Viegas foram 55º e 56º, Pedro Teixeira 89º.

Brilhante vitória do dinamarquês.

Na vertente feminina, o ouro sorriu à dinamarquesa Amalie Dideriksen, seguida por Kirsten Wild (Holanda) e Lotta Lepistö (Finlândia). Em júniores, a vitória ficou a cargo da italiana Elisa Balsamo que foi mais forte sob a americana Skylar Schneider e a norueguesa Susanne Andersen, respectivamente.

Pódio em elites femininas.

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