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O 103º Tour de France apenas poder-se-à considerar plano na sua etapa de consagração, na mítica chegada aos Campos Elísio.

A primeira semana abrange as 9 primeiras etapas da prova. Etapas onde o relevo pode ser considerada uma adversidade aos sprinters, bem como o factor quilometragem. A etapa 2 ode marcar a primeira marcação serrada entre favoritos com a última dificuldade do dia ter pendentes de 6,5%. A etapa 5 é a primeira no livro de prova como de alta montanha, a par da 7, 8 e 9 (chegada em alto). Prevê-se uma primeira semana animada, entre os sprints e o confronto dentre os favoritos à vitória.

Etapa 9 do Tour’16, corrida fora do território francês.

Depois duma primeira semana finalizada em território espanhol e andorrano, entramos na segunda semana. 6 etapas, 2 com chegada em alto, 2 de alta montanha, um contra-relógio individual e uma etapa de média montanha. As pernas dos que ambicionam a geral final será aqui posta à prova. De destacar o regresso do pelotão ao mítico Mont Ventoux na etapa 12 onde os ciclistas enfrentarão 16km a 9% de pendentes médias. Esta dura etapa antecede o primeiro CR da prova.

Etapa 13 do Tour, o 1º CR desta 103ª edição da prova.

O primeiro contra-relógio da prova tem a extensão de 37,5 tendo oscilações no percurso, não deixando de ser na sua grande maioria planos.

Etapa 13 do Tour, o 1º CR desta 103ª edição da prova.
No fim da prova, este CR fará diferenças entre os favoritos.


A última semana será das mais difíceis dos últimos anos na prova gaulesa. 2 chegadas em alto, um contra-relógio de altíssima montanha, uma etapa de alta montanha e… a consagração habitual. Maioritariamente os ciclistas enfrentarão pendentes médias na ordem dos 7% a 10% durante a semana toda. O contra-relógio tem a extensão de 17km e promete fazer diferenças que podem ainda ser recuperadas nas etapas 19 e 20. Será uma semana onde Rui Costa quererá vencer uma etapa, pelo que teremos que apoiar e dar força ao ciclista da Lampre – Merida.

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Aprendeu a ver, comentar e redigir ciclismo junto do seu amigo Paulo Martins. Sempre à procura de mais e melhor, Diogo Santos é o director do Ciclismo 24 por 24 desde Fevereiro de 2015. Para ele, não existem inimigos nem rivais na modalidade, pois o ciclismo permite diversas perspectivas e oferta. Diogo Santos é uma das vozes mais activas contra o "Acordo" Ortográfico.

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