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Nos dias 22 e 23 de Abril, decorreu o Troféu José Poeiras.
A prova foi constituída por 2 etapas distintas entre si, um contra-relógio individual e uma etapa de montanha, sendo que ambas eram pontuáveis para a Taça de Portugal.

No CR individual, Artur Chaves (Adrap) evidenciou o seu crescente de forma ao fazer 9º lugar. Na prova vencida pelo desconhecido Fábio Costa (CC Barcelos), José Bastos (Mato – Cheirinhos) fechou em 19º.

A Federação fotografa as infracções mas não as pune, onde é que estão os 10 metros de separação entre atleta e carro de apoio?

No 2º dia, uma fuga numerosa surgiu, numa corrida controlada pela equipa do Sporting – Tavira que tratou de a anular. A prova tinha um perfil exigente, pelo que a selecção do pelotão foi feita de forma gradual. Entre os diversos ataques no pelotão e a passagem das dificuldades, um grupo de cinco atletas, todos eles segundas cartas das equipas, saíram do pelotão. Entre eles estava José Bastos, ciclista patrocinado que acabou por fechar o pódio, num dia em que José Sousa (Adrap) ergueu os braços.

José Sousa bate Pedro Lopes (Seissa) ao sprint.

Nas contas da Taça de Portugal, após 3 jornadas, Pedro Lopes (Alcobaça) lidera individualmente, enquanto colectivamente existe uma igualdade pontual entre a Bombarralense, a Seissa e a Adrap, todas com 52 pontos.

Última nota ainda de redacção: as regras existem e são para serem cumpridas! O doping mecânico e físico é inaceitável e inqualificável, ainda para mais nas camadas jovens. Parabéns às equipas e ciclistas que fogem a tal caminho e mantém a ética desportiva viva. À Federação, Comissários e infractores, fica o alerta: o Ciclismo 24 por 24 está debaixo de olho.

A Federação fotografa as infracções mas não as pune, apenas a cabeça pode estar de fora e as luzes médias teriam de estar ligadas.

Fotos: publicadas pela FPC mas de Ricardo Dias, presidente da Associação Roda na Frente. – As conclusões ficam para o leitor retirar. –

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Aprendeu a ver, comentar e redigir ciclismo junto do seu amigo Paulo Martins. Sempre à procura de mais e melhor, Diogo Santos é o director do Ciclismo 24 por 24 desde Fevereiro de 2015. Para ele, não existem inimigos nem rivais na modalidade, pois o ciclismo permite diversas perspectivas e oferta. Diogo Santos é uma das vozes mais activas contra o "Acordo" Ortográfico.

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